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Treinos de Ninha Fabbris.

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Treinos de Ninha Fabbris.

Mensagem por ♦Circe em Dom Jan 01, 2012 3:14 pm

Fique longe da água!

Treino de combate a monstrosΨ
Diurno, ás 14:10Ψ
Ensolarado e úmido Ψ
Roupa Ψ


Entro na arena pouco feliz, embora fosse um dia frio, alguma coisa havia feito mal para mim, então meu estomago balbuciava palavras que eu mesma não entendia. Talvez, fosse só fome, eu não havia comido a um bom tempo no acampamento. Mesmo assim, corri na arena com meus dois equipamentos prediletos. O tridente de Oricalco e Tsunami, minha espada equilibrada.
Quíron me aguardava na entrada da arena, onde alguns campistas saiam um pouco molhados. Toda a dor de estomago passou quando percebi que eu iria estar no melhor local de luta. Mas meu mundo caiu com a noticia de Quíron.

- A regra é.. – ele sorriu como se quisesse acabar comigo – não se molhe.
- oquê?! – gritei um pouco alto e alguns campistas me olharam.
- Vamos ver como se vira sem a água, filha de Poseidon – Quíron sorriu.

Entrei na arena devagar, alguns campistas ainda saiam de perto do rio muito molhados e eu não entendia o porquê. Era somente não se aproximar delo rio e atacar seja lá qual monstro fosse. O Sol batia de forma que as gotículas de água no céu podiam refletir um grande arco ires que deixava a paisagem muito bonita.
Um garoto que acabara de sair saiu de lá limpo e seco, eu ri percebendo que alguém conseguia sair sem se molhar, sendo que, com o sol no céu, acho que a melhor opção era um grande banho de água.

- Prendi mais uma – disse o garoto sorridente – Há somente mais duas Náiades lá.

Foi quando eu percebi que iria ter que prender uma Ninfa da água em seu próprio habitat. O que não era um feito muito fácil. Mesmo assim comecei a me concentrar nas pessoas que entravam. Mais duas garotas entraram na arena antes de ser minha vez, e saíram molhadas. Uma delas era filha de Afrodite, e estava xingando muito, alguma coisa em grego que eu pude entender sobre ser mais bonita ou algo assim.
Entrei devagar na parte do rio e já tive que pular para o lado, porque as Náides começaram a rir de mim e jogar vários tufões de água perto da onde eu estava. Ri para elas sabendo que o trabalho era somente diversão. Mas mesmo assim, o que eu devia fazer não era diversão.
Me coloquei de lado, observando os arredores vendo o que me faria pende-las, pois não queria machucar. Perto de mim, uma rede de pescas gigantes, uma gaiola, e várias coisas, era quase impossível pegar uma delas, a não ser que eu as distraísse muito bem.
Corri para a direção da rede quando fui surpreendida por um grande monstro, eu já havia lutado com um deles, e não era algo tão difícil assim, mas logo que olhei, percebei que era o guardião daqueles objetos. Claro, enfeitiçados pelas Ninfas.
Meu tridente estava em um pequeno suporte para ele em minhas costas, então tirei a Tsunami da bainha e o encarei sorridente. Quando ele se aproximou de mim, vi que não era um cão infernal tão grande quanto o ultimo, a batalha seria fácil. Dei uma investida com a faca contra ele, mas o ser recuou para trás deixando um grande espaço entre nós. Só ai então percebi que a batalha não seria tão simples assim. As Náiades estavam jogando água freneticamente por cima de mim, então tive que recuar para perto to monstro tentando desviar do meu desafio. A parte boa foi que eu consegui desviar da água, a ruim era a que eu ia em direção ao cão infernal com cara de faminto. Ele me deu uma patada e eu voei longe batendo as costas em uma árvore, aquilo havia doido, mas graças aos Deuses eu não tinha quebrado nada. Corri em direção a ele novamente e o golpeei com a espada, fazendo um pequeno corte em sua pata. Infelizmente, não havia feito nenhum corte fatal, mas então fiz novamente mais um ataque. Desta vez, fingi que ia golpear para a esquerda, mas atravessei minha espada a direita. Um outro grande corte passou por ele, fazendo escorrer seu sangue devagar. Pulei para o lado tentando fugir novamente dos borrões de água que voavam.
Felizmente eu havia lembrado quem era meu pai, então guardei a Espada e peguei o tridente que estava na minha mão. Quando outro borrão de água veio em minha direção, eu não desviei, simplesmente avancei com o tridente para a frente e o mesmo jato voltou para a água. Sorri animada. Corri em direção ao cachorro mal, que babava como se estivesse com raiva (fico imaginando alguém tendo um destes de estimação) e tentou me morder, o ataquei com as três pontas do tridente para frente, espetando seu céu da boca, o cão desviou choramingando. As náiades perceberam que eu iria matá-lo, então começaram a lançar água perto dele.
Então tive uma idéia louca. Coloquei meu tridente dentro da água e me concentrei em toda a força que eu tinha, então, quando a tirei vi que nele havia água rodeando sem me tocar, era incrível como eu tinha controle na água, principalmente quando estava com o tridente. Me concentrei novamente lembrando das moléculas de água e as uni, formando o pequenas agulhas de Água, como não podia me molhar, apontei o tridente para a frente e joguei as pontas.
Elas saíram como tiro e foram direto para o cão. As três pontas a atingiram na região do tórax e ele caiu. A força foi tanta que eu fui levada para trás, mas me apressei a levantar e correr na direção da rede de pescas. Já era tarde demais. Todos os objetos para conseguir prende-las estavam encharcados demais, então tive que pensar em algo para fazer.
As Náiades continuavam jogando água em minha direção, então desviava cada jorrado com meu tridente até que tive uma idéia. Aproximei-me delas correndo e coloquei o tridente na água. Assim como elas podia controlar, eu também, então precisava agir rápido. Assim que as pontas tocaram a água, grades de Água começaram a se formar em volta de uma delas, até que estava totalmente presa. Assim que ela ficou presa, acenou para mim com um pouco de felicidade (talvez) e tentou sair, a outra delas estava tentando quebrar o escudo de gelo, o que era fácil, então tive pouco tempo e corri para a rede de pescas, a agarrando com a ponta do meu tridente e jogando na água. Uma delas conseguiu desviar, mas a outra que estava tentando sair do escudo não conseguiu desviar e então foi atingida pela rede. De alguma forma ela sumiu e a outra Naiade parou de me atacar água. Assim voltei para Quíron feliz.

- Só tem mais uma lá e bom.. o cão infernal está meio machucado – sorri pra ele.
- Vá comer um pouco e descançar – ele riu – próximo!

Se virou novamente para quem estava lá e eu voltei meu caminho até o refeitório, realmente? Eu precisava recuperar minhas energias.



Informação da Arena:

♠Armas usadas♠
Tridente de Oricalco , presente de Poseidon.
τσουνάμι (tsunami) [Espada de dois gumes de Oricalco e prata. Cabo com formato de Hipogrifo, de cor azul turquesa, MEGA afiada e equilibrada, com ótimo manuseio dela] {Ω}

♠Poderes dos Filhos de Poseidon Ativos utilizados♠
Nivel 1 - Hidrocinese I : O herói controla a água, não muito bem, mas pode controlar mesmo que seja pouco. Pode fazer pequenas agulhas com a água, por exemplo. Usa entre 10 - 15 MP

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Re: Treinos de Ninha Fabbris.

Mensagem por Poseidon em Dom Jan 01, 2012 3:24 pm

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Re: Treinos de Ninha Fabbris.

Mensagem por ♦Circe em Dom Jan 01, 2012 5:23 pm

morcegos ψ
DIGA NÃO AO CONDE DRÁCULA




O primeiro barulho que eu ouvi ao acordar foi um trovão, a luz entrou pelas janelas, isso significava que ele havia caído muito perto de nós. Eu não sabia o porquê, mas meu Tio Zeus estava muito, muito nervoso. Assim que olhei pela janela, notei que o dia estava escuro, como se várias nuvens cinza rodeavam o céu, me virei para o relógio em forma de estrela do mar que ficava em uma das paredes. Era horário de treino de arco e flecha.
Não era meu treino predileto, mas eu não o fazia a muito tempo então decidi ir a arena. Depois de fazer minha higiene matinal e tomar um breve café, caminhei até o grande espaço aberto.
Dois garotos estavam como monitores de lá. Não os conhecia então somente me aproximei com um bom dia e esperei as instruções de hoje. Normalmente, eu achava arco e flecha algo muito monótono, mas desde que eu entrara no acampamento os treinos sempre eram muito criativos e nós não desenvolvíamos somente a mira, mas também como trabalhar em grupo ou prestar atenção a movimentos fraquíssimos.

- Vocês deverão escolher alguém para ser seu par – finalmente ouvi a voz de um deles, o silêncio em seguida tomou conta – e devem treinar um pouco, da forma que acharem certo.

Uma campista chegou perto de mim. Seu rosto era branco como a neve, seus olhos eram azuis como o céu. Mas assim que olhou diretamente para mim, senti meu corpo congelar. Eu não sabia quem era o Pai, ou mãe dela. Mas estava começando a sentir muito frio.

- Sou Daila, filha de Quione. – ela sorriu – você é filha de Poseidon certo? – acenei que sim com a cabeça.

Decidimos que iríamos trabalhar junta, a final, uma filha da Deusa da Neve e uma filha do Deus do mar poderiam fazer um ótimo trabalho. Corremos para um canto da florestas pegando um arco com flechas para mim e ela pegou o presente de sua mãe. De primeira começamos a treinar a artilharia. Eu já estava acostumada com os alvos bonecos que ficavam no acampamento, por isso não foram tão difíceis acertar todos os alvos de uma vez. Mas assim que terminamos de treinar ela sorriu para mim, criando uma bola de neve em suas mãos. Eu sabia o que era para fazer. Assim que eu olhei a bola dela, juntei todos os flocos de neve o transformando em uma grande bola de gelo. A garota tacou a bola longe, fazendo um grande buraco na arvore. Tudo estava mais do que perfeito.
Não passou muito tempo até que os dois instrutores reunissem os grupos. O que eu não entendia muito bem era o que iria acontecer agora. O maior problema foi quando eles entregaram uma venda para nós e começaram a pedir para que nós seguíssemos sua voz paramos bruscamente em frente de algo que fazia eco. Talvez uma caverna.

- Vocês devem passar daqui para o outro lado – riram – vão em duplas, o lugar é grande. A primeira dupla a chegar vence.

Assim que terminaram de falar eu e minha parceira Daila ficamos em silêncio e corremos uma ao lado da outra para a caverna. Não devia haver luz lá dentro, pois mesmo com a venda, nós conseguiríamos saber. O lugar era muito úmido no chão, podia sentir e ouvir algumas gotas de água caindo, e também era muito incomodo ali. Mas não deu para pensar no lugar pois ouvi um grito e alguns barulhos de flecha.

- Tem morcegos aqui! – gritou uma menina desesperada – ele quase me mordeu.

Eu sabia que ela estava um pouco a nossa frente pelo barulho da água se mexendo, então dei um toque no braço de Daila tentando pedir para seguirmos em frente. Começamos a caminhar devagar, sem tentar fazer barulho nenhum. Eu podia andar por cima da água e a filha de Quione tinha algum truque na manga, pois eu não ouvia seus passos.
A nossa frente um grande chiado apareceu. Não tive tempo de pensar. Soltei uma flecha reta e rasante para o alto, logo em seguida um barulho de algo caindo na água aos nossos pés. Era um morcego morto. O problema começou daí. Vários barulhos de asas nos cercavam, e por várias vezes tínhamos que desviar deles. Atirava cada vez mais rápido, tentando não matar os morcegos, somente os assustando. Não garanto que dava certo. Eram muitos! Comecei a correr sem pensar no barulho, nos precisávamos sair do foco dos morcegos. Peguei mais três flechas e atirei em cada um deles, só sabendo se conseguia acertar quando ouvia estes morcegos caindo no chão.

- É ali a saída! Vamos ganhar! – gritou uma garota.

Foi quando eu achei que fosse perder, mas pelo jeito, Daila tinha uma idéia mais legal do que simplesmente deixar acontecer a nossa perda. Simplesmente o clima ficou frio perto de mim.

- Neve? – a menina que acabara de gritar que ia ganhar falou.

Eu já sabia o que tinha que fazer; Me foquei aonde a neve estava, nos pés da garota e fiz da mesma forma que eu havia feito no começo do treino, Transformei em água. Comecei a rir assim que ouvi a dupla gritar que estava preso.
Não tinha muito tempo de me preocupar com eles, alguma coisa clara estava na nossa frente, talvez a saída, mas atrás de nós grandes morcegos voavam freneticamente tentando sugar nosso sangue. Nós duas paramos para trás e começamos a atirar mais flechas. Havia percebido que todos os outros grupos estavam ainda muito atrás de nós, menos o que estava congelado a nossa frente. Peguei três flechas que estavam comigo e atirei novamente, acertando mais três morcegos, quatro na verdade. Assim que o número diminuiu, eu e Daila começamos a correr novamente para a saída. Estávamos perto da luz quando aquela dupla que nos tínhamos prendido no gelo gritou. Eu tinha somente mais uma flecha na minha aljava, mas corri para perto deles e atirei onde o gelo estava. Não era difícil acha-los na verdade com tantos gritos. Ouvi o gelo rachar e voltei para perto de Daila, o que também não era complicado, já que o clima frio estava perto dela, e assim saímos para a luz.
Tirei a venda do rosto e percebi minha situação. Meu cabelo estava bagunçado, minha roupa estava encharcada e suja. Daila parecia estar em condições iguais. Assim que todos os campistas saíssem, eu iria embora. Precisava de um banho, mas fiquei esperando lá para saber se todos estavam bem. Infelizmente não foi bem assim. Um último garoto saiu sozinho correndo, dizendo que sua ‘parceira’ havia desmaiado. Todos ficaram olhando somente horrorizados para ele, e falando que tinha perdido, então peguei um arco jogado no chão e mais algumas flechas e entrei na caverna.

Posso dizer desta vez que com ou sem a venda a caverna era muito escura. Não haviam muitos morcegos perto de mim, mas eu sabia onde eles estavam. Os bater de asas ficavam cada vez maiores e então consegui enxergar a garota. Peguei as flechas e comecei a atirar cada vez mais perto do seu corpo, tentando afastar os morcegos. Assim que atirei em todos eles, comecei puxar a garota. Ela parecia muito ferida, então depois de atirar em mais alguns morcegos, cheguei na borda da luz e encostei na água. Assim que a água me obedeceu e subiu nos ferimentos da garota, eles foram se cicatrizando aos poucos e então ela abriu os olhos.

- obrigada – disse com uma voz delicada, mas muito rouca.
- não agradeça a mim. – sorri e a levei de volta para todos os campistas reunidos.

Assim que Quíron chegou, ela foi levada para enfermaria e a arena se esvaziou. Fiquei por ali mais um tempo guardando alguns equipamentos jogados no chão e voltei para meu chalé, pretendendo descansar um pouco

Informações da Arena:
♠Armas usadas♠
Arco e flechas oferecidos na arena do acampamento



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Re: Treinos de Ninha Fabbris.

Mensagem por Lady Hecate em Dom Jan 01, 2012 5:45 pm

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Re: Treinos de Ninha Fabbris.

Mensagem por ♦Circe em Dom Jan 01, 2012 6:08 pm

Encantadora de cães;

Treino de combate a monstrosΨ
Turno Matutino, ás 10:31 amΨ
Arena do acampamento Ψ
Tempo morno, um pouco seco Ψ
Logo de manhã acordei disposta e muito animada, acho que como chegara a época do natal, eu sempre acordava assim. Coloquei minha espada tsunami na bainha e o tridente em um acessório transversal as minhas costas que o pendia e caminhei em direção da arena. Eu tinha meus horários de treino, isso significa que normalmente Quíron me esperava pelo horário da manha, então não foi surpresa o grande centauro falar comigo sem ao menos me olhar para ver que eu estava se aproximando.

- Decidiu lutar com um monstro, Ninha? – ele falou, me lembrando que eu não fazia um treino há muito tempo.
- Hun, talvez – sorri – há algo que diz que eu vou precisar.

Ele me encarou por um tempo, olhando diretamente para minhas armas, principalmente para o tridente. Então sorriu e tirou o presente do meu pai das minhas costas. Ficou olhando para mim. Eu não entendi muito bem o que ele estava fazendo então esperei algo para dizer, mas podia pensar com certeza que ficar sem o tridente era uma sensação muito ruim.

- Hoje, sem poderes – ele sorriu – só vai precisar da espada, e talvez, de um escudo.

Assim que ele me disse, corri para a área de equipamentos e peguei um escudo grande. Sua cor combinava com minha espada, o que não fazia muita diferença se eu fosse morta depois. Assim que cheguei de volta onde Quíron estava, havia duas caixas enormes com um cheiro de cão bem conhecido. Eu realmente sabia com o que eu iria lutar, o que me deixava mal era saber que eram com dois deles, um até dava para agüentar. Dois? Bom, ai é demais.

- Pronta? – Quíron me perguntou já se afastando. Ah claro! E se eu não estivesse?

Corri para perto das duas caixas e as encarei. Os dois cães sentiram o meu cheiro e começaram a rosnar e latir, logo em seguida o cheiro de putrefação começou a espalhar, bom, pelo menos eles haviam sido alimentados.. Acho. Tirei Tsunami da bainha e dei dois cortes transversais nas caixas abrindo ambas laterais me afastando subitamente para não ser atingida pelos cachorros ferozes que saiam das caixas felizes.
Os dois cães infernais pareciam ter mais ou menos o tamanho de um elefante adulto e não pensaram nem um pouco para avançar em mim. Fui “cercada” por eles, já que cada um veio de um lado correndo e tentou me morder. Pulei para o lado tentando desviar dos dois e colocando o escudo para frente, que não devia fazer muita diferença, a final, aquele escudo serviria como uma pastilha de menta para os dois.
Corri para trás de um deles tentando dar um corte em sua perna, mas minha investida não foi válida, pois o monstro gigante já se virara para frente e tentara morder minha espada, ou talvez usar como palito de dente, não sei. Mesmo assim, dei mais um passo para trás para não virar biscoitinho de cachorro. Novamente os dois estava tentando me cercar, o que deixava o ataque difícil. Eu não podia investir de um lado pois o outro tentar me morder, e assim vai.
O mais prudente a fazer era correr e sumir, mas não era bem o objetivo da luta. Então corri de cara com o cão infernal 1 e dei uma grande avançada com o escudo em sua cabeça, o que fez o bicho recuar dando vários gemidos e choros de cachorro. Bom, aquilo daria uma baita enxaqueca para ele. Assim que recuou avancei no outro cão com a espada rapidamente, me esquivando para a direita da mordida e levando a espada a seu rosto para a esquerda, fazendo um corte até um pouco profundo. Os dois cães somente ficaram mais nervosos, o que me dava a oportunidade de medir seus ataques.

Uma coisa é simples quando você está em batalha. Se alguém estiver competindo, lutando ou algo do tipo com você e este alguém for mais forte, a melhor coisa a fazer é deixa-la irritada. A pessoa que fica nervosa, sempre vai fazer ataques idiotas e sem pensar, parece que a raiva domina o seu corpo. E algo que eu aprendi, nunca ficar nervosa, por mais que seu inimigo esteja detonando você com palavras ou tentando te atacar verbalmente.

Como previ, os dois cães tentavam me morder sem pensar, então podia dar grandes investidas contra cada um deles, fazendo uma sessão de cortes em seu rosto, pescoço e patas. Infelizmente não foi tudo que estava sob controle. Assim que um dos cães investiu contra mim, eu virei minha espada para ele e o ataquei, mas não deu tempo de virar porque uma grande para de cachorro saltou por cima do meu corpo me arranhando e tirando um pedaço da minha camisa nova.

- Cão Mau! - gritei para ele tacando uma pedra que havia perto de mim.

O mais incrível aconteceu agora. O grande cão que tinha me atacado simplesmente olhou para a pedra e abanou o rabo, como qualquer cão que nós brincaríamos se fosse menor e muito (lê-se totalmente) mais dócil. Me levantei correndo com uma ideia idiota na cabeça. Quando eu era criança vivia assistindo aquele programa, Animal Planet e sabia muito bem como adestrar um cachorro, só não sabia que se iria dar certo.

- Querem brincar cãezinhos!? - falei pegando um graveto na mão. - Pega! - o joguei.

O problema é que o graveto era para um cachorro de tamanho normal, então logo que eu o joguei o cão simplesmente o engoliu e voltou a rosnar avançando para mim. Os dois, quero dizer. Dei um passo para trás e investi contra eles, fazendo um corte duplo em cada um e subindo em uma arvore perto. Cortei o maior ganho que havia lá e segurei, os dois cachorros gigantes ficaram hipnotizados.
Assim que eu o joguei os dois começaram a brigar pelo pedaço de madeira, até que um dos cães deu uma mordida fatal em outro. Antes que o pó do ex cão infernal pudesse sumir, pulei nas costas do outro cão e segurei no seu pescoço. Ele já havia sentido meu cheiro e tentava de todas as formas me derrubar de cima dele, o que não era algo legal. Eu não havia comido ainda no café da manhã e meu estomago estava embrulhando. Mas consegui tirar meu escuro e dar novamente na cabeça dele, criando outro galo. No segundo que ele parou com a cabeça dele, me levantei dando uma encravada com a espada. Ele cambaleou de um lado para o outro tentando sobreviver mas assim que caiu no chão comigo, virou aquele conhecido pó dourado, se espalhando aos poucos até sumir.
Quíron vira toda a luta de longe, mas se aproximou de mim entregando meu tridente e sorriu de forma sincera.

- Nem sempre você vai ter a água para te salvar.
- Ainda sei adestrar cães, ok? - ri enquanto me afastava. De uma coisa eu sabia, eu precisava treinar muito ainda.

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Re: Treinos de Ninha Fabbris.

Mensagem por Poseidon em Dom Jan 01, 2012 6:35 pm

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Re: Treinos de Ninha Fabbris.

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